eu era filho de inocência pura
como flor sensível à luz do sol que queima
mergulhei no desconhecido e tornei-me eu
em busca débil de tornar-me infinito
de grito em grito colhi flores
colhi-me em mim mesmo
embelezei o turvo do desconhecido
iluminei-me em certezas e desejos
bastei-me de ser o que não era...
minha quimera exaurida em dúvidas
anjo puro, guardião de verdades sãs
completei-me de buscas em quimeras
tais quais verdades crentes, lúcidas
em verdades cruas, elucidativas, pagãs
Publicado nos:
Cadernos Canoenses
em Agosto de 2006 - CANOAS –RS
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